Há muitas pessoas que pensam que, se alguém ainda não foi aprovado em um concurso ou não gosta de advogar, não há mais oportunidades para ela, e que o mercado está saturado, etc. Isso não é verdade.
Existe um universo de oportunidades para candidatos(as) às vagas de assessor(a) de magistrados(as) em diversas varas da Justiça Estadual, nos mais variados tribunais espalhados pelo Brasil.
Além de uma remuneração excelente, alguns cargos oferecem inclusive a possibilidade de trabalho remoto, sem contar o contato direto com membros do Poder Judiciário, participando da elaboração de minutas e fornecendo informações relevantes para a tomada de decisões.
O assessor de juiz é, via de regra, um bacharel em Direito que atua de forma próxima e contínua com o magistrado. Sua principal atribuição é auxiliar o juiz nas atividades intelectuais e técnicas relacionadas à prestação jurisdicional, sempre sob sua supervisão direta.
Embora não possua poder decisório próprio, o assessor desempenha um papel estratégico na organização e no aprofundamento da análise dos processos.

Como me tornar um assessor?
O cargo exige sólida formação jurídica, boa capacidade de interpretação de textos legais, domínio da linguagem técnica e escrita clara e objetiva. Em muitos tribunais, trata-se de um cargo em comissão, ou seja, de livre nomeação e exoneração, sendo, portanto, um cargo de confiança.
É comum ouvir: “Já enviei meu currículo algumas vezes, mas nunca fui chamado para uma entrevista.”
Mas vale refletir: o que há no seu currículo?
Em muitos casos, constam apenas experiências em escritórios de advocacia ou estágios (quando há alguma experiência).
Claro, a experiência em escritórios é importante. No entanto, quando um juiz se depara com um currículo de alguém sem qualquer formação teórico-prática na área de assessoria, é natural que pense: ‘vou ter que ensinar tudo do zero’.
E a realidade é que os juízes têm uma rotina intensa: audiências, decisões importantes a proferir, além da gestão administrativa da unidade. Isso significa que eles, geralmente, não se sentem estimulados a contratar alguém que precisará ser treinado desde o início. A tendência é optar por quem já sabe, ao menos minimamente, como o trabalho funciona.
Você pode se perguntar: “Mas como vou saber, se nunca ninguém me der uma primeira chance?”
A resposta é: por meio de uma formação específica em assessoria de magistrados.
Ter essa formação no currículo é um grande diferencial. Ao ver que o candidato realizou um curso voltado à assessoria, o magistrado entende que ele já tem noções práticas da rotina de gabinete e da produção de minutas, o que aumenta significativamente as chances de ser selecionado.
Por isso, você não precisa, necessariamente, de alguém que o(a) indique. Se você conversar com assessores de magistrados, verá que muitos (muitos mesmo) não chegaram ao cargo por indicação de familiares ou amigos influentes.
Mas eles têm algo em comum: sabem fazer bem o trabalho de um assessor. E se você ainda não aprendeu isso na prática de um gabinete, pode aprender por meio de uma formação específica.
É possível aprender a ser assessor assim como se aprende um novo idioma ou uma nova profissão, e isso deve acontecer antes da contratação, não depois.
Esse é o grande diferencial que muitos ignoram.
Se quiser realizar uma formação em assessoria de magistrados, em um curso totalmente voltado para a prática, com um corpo docente qualificado, clique no link abaixo e aproveite a condição especial da Formação de Assessores da Academia de Juízes:



Uma resposta
Maravilha!
Vou me organizar para fazer este curso de assessor de juízes. E vou disparar meu curriculum. Alias@ precisa de oab?
Att . Rosana